Conservador progressista

Vanguardismo sim, experimentalismo também, irreverência e audácia fundamentais (sem elas como dar voz ao futuro?).  Mas tudo dentro dos cânones, boas maneiras, reverência, cultura evidentemente (o futuro é o que o passado nos legou). Este o credo do conservador progressista. Prolifera em terras de medo, atinge proporções endémicas.

(Jorge Roque, “Uma Escada que Sobre pelos Degraus de Ti”, in Cão Celeste #5)

Break the Cycle

I’m afraid the initial response of empathy after these attacks will again be hijacked by incitements for hatred and violence, by new calls justifying even more “war on terror.” I’m afraid that the “welcome” towards refugees will be brought down by fear. But rather than adding more fuel to the fire, which will only result in more deaths and in more wish for revenge, we must finally wake up and step out of the insanity of a system, which produces the terrors it pretends to be fighting.

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Porque é que isto me faz lembrar alguma coisa?

«… O essencial de uma boa e verdadeira aristocracia é que ela se creia não uma função, seja da realeza, seja da comunidade, mas seu sentido e sua justificação mesma; por  isso é necessário que ela aceite sacrificar, de coração ligeiro, uma multidão de pessoas que deverão ser, no seu interesse, humilhadas e rebaixadas ao estado de seres mutilados, de escravos, de instrumentos. sua crença fundamental, com efeito, deve ser que a sociedade não existe para si mesma, mas que ela é a sub-estrutura e o arcaboiço que permite a uma elite elevar-se a um estado superior, seja em virtude de uma missão superior, seja simplesmente no seu próprio interesse.»

Nietzsche, “Para Além do Bem e do Mal”, in “Hitler e as Religiões da Suástica”, de Jean e Michel Angebert