Brumas

(…)

Fui branca torre, baluarte distante

Disparei longe olvidado canhão

Descarrego rajadas de noite no silêncio

Certeiras alcançam nenhum coração

(…)

(Alexandre Alves-Rodrigues, “Sou de um país feito de brumas”)

http://bloguedeumhomemso.blogspot.pt/2016/03/sou-de-um-pais-feito-de-brumas.html

 

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